sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

De volta a NY - Parte 6

Sempre uma surpresa em cada esquina
Começamos o domingo prontos pra conhecer o Guggenheim. Tanto o prédio quando a arte que nele habita eram coisas que eu queria ver desta vez. O ingresso estava incluso no City Pass, e foi ótimo ter feito essa compra ainda no Brasil. Pegamos o metrô e subimos pro museu. Meu pé em chamas, mas menos inchado devido ao suporte, me fazia andar bem devagar. Por isso, custamos a chegar.




O prédio é uma coisa linda! Um vão livre enorme e as espirais, por onde se desce e se vê os nichos, com as obras. Não pode entrar com bolsas grandes, então deixamos as mochilas no guarda-volumes e pegamos o elevador para ver as obras. Sim, pode-se fotografar. O que é ótimo.



Olha esse vão!!! Olha esse caracol maravilhoso!

Pollock

Pollock

Pollock

Teve Max Ernst, Yves Tanguy, Paul Delvaux, René Magritte,  Duchamp (em tela, não em ready-made), Piet Mondrian, Paul Klee, Robert Delaunay, Amedeo Modigliani, Degas (pinturas e esculturas), Paul Gauguin, Van Gogh, Paul Cézanne, Edouard Manet, Toulouse-Lautrec, Claude Monet,

Picasso

Kandinsky
Kandisky

Cara, emocionante demais ter contato com todas essas obras, nesse prédio maravilhoso. Juntando MET, MoMA e Guggenheim, tá tudo lindo e cheio de emoção. A única coisa que atrapalhou foi... meu pé, meu querido pé que me aguenta o dia inteiro. O bichinho sofreu. Volta e meia eu precisava sentar, repetir a pomada analgésica, tomar remédio pra dor. Não foi fácil.

Saímos e fomos, mais uma vez, para o Central Park. Atravessamos de um lado para o outro, em meio ao muitas famílias, cachorros e corredores.



Dalí, pegaríamos o metrô para seguir pro Brooklin. Nosso objetivo era almoçar por lá e depois atravessar a ponte do Brooklin à pé. Algo que queríamos ter feito na visita anterior e que era beeeem não recomendável para agora, visto a situação do meu pé. Mas a gente estava de mini-férias comemorativas, então pensei que teria todo o tempo do mundo pra cuidar do meu pé depois que voltasse pra casa. Iria devagar, mas não deixaria de ir.

Pegamos o metrô, mas como haveria uma manutenção numa das linhas que vão ao Brooklin, acabamos saindo em um lugar diferente do programado. Foi ruim? Claro que não! Saímos do lado do Shake Shack, o melhor sanduíche desse mundo. Óbvio que nosso almoço foi lá.


Aí seguimos pra ponte, que não era lá muito longe - um "logo ali" de mineiro -, mas que, no fundo, pareceu muito longe pro meu pé direito.







Se tudo fosse normal, teríamos continuado flanando por aí. Mas não rolou. Por motivos de pé direito. Então, saímos da ponte, pegamos o metrô e fomos pro hotel.

Única solução possível pra um dia de caminhada hard

E o dia ainda não tinha terminado... Tínhamos uma entrada do City Pass para utilizar, e não sabíamos o que fazer. Já estávamos quase voltando pro Brasil e não queríamos perder o investimento. Daí, revisamos a lista de opções e resolvemos ir pro Empire State Building. Só conhecíamos o bar no subsolo, que tínhamos visitado com o Pedro na visita anterior. Agora, era a possibilidade de subir no mirante e ver NY por outro ângulo.

Essa cidade é muito linda!
Depois da visita, que foi menos do que esperávamos, porque o Rockfeller Center foi mais legal. Ainda assim, foi muito bacana. Daí, passamos no bar, o Heartland Brewery, mas super rápido, por motivos de que eu precisava mesmo colocar o pé pra cima. 

Matando as saudades de 2013. Faltou o Pedro. 

E lá fomos nós dormir, para passar o nosso último dia em NY, antes de voltar pra casa. 

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...