sexta-feira, 14 de julho de 2017

De volta a NY - Parte 3



Começamos o dia 2 em NY tomando café da manhã na Starbucks, na saída do hotel pra rua 32. Na nossa viagem anterior, no mesmo local havia uma deli bem caidinha, onde o Leo comprou uma cerveja Guiness passada. A Starbucks dali é bem espaçosa. De fato, tem uma Starbucks em cada esquina em NY. Perto do hotel, tem três. Achei essa a melhor e mais confortável.

Como estava muito quente, pedimos o nosso querido Caramel Machiatto, gelado. Foi bom, mas o quente ainda mora no meu coração. Nosso primeiro compromisso foi comprar sapatos. Isso porque o Leo não tinha trago tênis para caminhada. E eu, mais uma vez, já estava cheia de bolhas. Porque meu pé é assim: não dá dois passos sem ter uma bolha nova. Consegui achar uma wannabe Birkenstock bem confortável, que me ajudou bastante durante alguns dias. Depois de um tempo, ela também começou a me dar bolhas. Leo comprou um tênis de caminhada e resolveu o problema dele. Dali, fomos para o Central Park, que já tínhamos visitado e amado, em 2013.

O dia estava lindo, mas muito muito muito quente. Haja protetor solar! Entramos no Central Park próximo à Represa Jackie Onassis, que é lindona. Leo se esbaldou nas fotos.

Tentei, mas minhas fotos nunca ficam como as dele...

Era um dia de semana, quente à beça, e o parque estava lotado! Muita gente utilizando as áreas verdes para jogar bola, ficar no sol (enquanto eu fugia do sol, uma galera tava correndo pra ele!!). Muitas crianças correndo por lá. Daí, demos de cara com um balanço, que estava frequentado por adultos. Fiquei de cara, porque eu sempre amei balanços. Fui lá e - cara!!! - que delícia! Não ia num balanço desde 1989!!! Claro que há fotos, mas elas não serão publicadas.

Depois de caminhar bastante no Central Park, fomos ao MET (êêêê!!!). O Met estava entre os passeios possíveis no NY City Pass e foi a nossa primeira escolha. Vivo dizendo que queria voltar a NY só pra poder visitar o MET novamente e ver o que não tinha visto na viagem anterior. Com o mapa disponível no site, eu já sabia onde ir. Meu principal objetivo era ver Van Eyck, que eu tinha visto na Frick Collection, mas não tinha conseguido ver no MET.



Quando chegamos na sala, tinha uma senhorinha com um grupo de turistas, explicando cada detalhe do quadro. Ouvi um pouco, mas logo perdi a paciência. Eu queria ver o quadro e não podia. Daí rodamos por outras salas, vendo cada obra mais linda que a outra. Voltei a Van Eyck, felizmente com a sala completamente vazia. Foi lindo!








MET, que experiência maravilhosa!!!

Saímos com fome, já bem no meio da tarde. Decidimos almoçar no Whole Food Market, um supermercado muito bacana, cheio de opções frescas. Pegamos o metrô e andamos um bocado até chegar a ele. No caminho...


Era um sebo muito completo, cheio de livros lindos! Quase comprei a trilogia do Senhor dos Anéis, numa coleção lindíssima, mas também cara demais. Se não fosse o problema com o câmbio, criado pela instabilidade política no Brasil, até que arriscava trazer os livros pra casa.

O almoço no Whole Food foi delicioso! Muitas opções, em ilhas diferentes, pra você montar seu prato. Suco orgânico, comida bem feita... a melhor refeição que fizemos, desta vez, foi no Whole Food. Voltamos várias vezes por isso.

De volta ao hotel, para descanso, banho, pés pra cima (necessário, quando você passa o dia inteiro andando de um lado pro outro). À noite, voltaríamos ao Rattle n Hum, bar que tínhamos ido com o Pedro e que o Leo curtiu demais. Pertinho do hotel e cheio de cervejas artesanais. Leo escolheu as que ele queria - o cardápio de chopps muda toda semana - e também uma tábua de degustação. Terminamos a noite no Wendy's, onde ele comeu um sanduíche e eu fui de sorvete.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...