sexta-feira, 31 de março de 2017

Agradecimentos

Amigos e família pós-aprovação da dissertação


Tenho muito a falar sobre o mestrado, mas vai ser por partes. Por hora, só quero registrar que foi tudo lindo, uma experiência maravilhosa, intensa e cheia de amor. Ter o trabalho aprovado e, ainda, indicado para publicação, é algo que me deixa sem palavras no momento. Então, vou só reproduzir aqui os agradecimentos que compõem o texto apresentado à banca. Porque é preciso agradecer a todos.

Se a pesquisa é solitária, como costumam dizer, posso afirmar que o pesquisador nunca está sozinho. Portanto, é preciso agradecer a todos que contribuíram com o meu trabalho “solitário”. 
Ao Leo Homssi, companheiro de todas as horas, mesmo daquelas realmente solitárias. Ao Paulo Monteiro, melhor tio-pai que a vida poderia me proporcionar. 
Laura; Daniel; Otávio e Letícia, irmãos e cunhada que, se eu pudesse, teria escolhido. Sorte que nem precisei escolher. Otávio, em especial, pela troca constante sobre literatura, desde que éramos crianças até agora, quando me ajudou com tantos autores e conceitos do mundo das Letras e me apresentou a Vladimir Propp. 
Aos amigos queridos Ana Paula Martins e Elias Figueiredo; Valter Nascimento e Josélio Ferreira; Juliana Cruz; Cristina Saleme, Leonardo Tropia e Lucas; Daniel Fernandes e seu #resetGoT; Adriana Moreira; Michelle Borges; Dreisse Drielle; Stênio Lima; Daniela Barros; Nathália Costa; Nancy Carvalho; Ricardo Costa. Ana Paula Martins, em especial, por ter me acompanhado desde a publicação do edital do Mestrado, pelas revisões textuais e de regras ABNT, por ser essa pessoa maravilhosa que eu tenho a sorte de ter como amiga. 
À tia Vera e aos primos João Batista, Marita e Guilherme Mendes Barros; Bruno, Luciana e Breno Portella; Leandro e Marcelo Cavalcanti. À Anabel Mascarenhas, incentivadora fundamental. 
Ao Prof. Dr. Marcelo Freire, orientador paciente que me proporciona tantos aprendizados e que trilhou este percurso ao meu lado, sempre me oferecendo luz quando eu não conseguia encontrar caminhos. 
Aos colegas do PPGCom-Ufop, turma 2015: Andriza, Ana Luisa, Ana Paula, Bruna, Daniela, Dayana, Dayane, Flávio, Kamilla, Luana e Nara. À Dayana, especialmente, pela nossa parceria ao longo desses dois anos. 
Aos professores do PPGCom-Ufop, em especial à Profª. Drª. Debora Lopez, sempre atenta e colaborando com a minha pesquisa, proporcionando aprendizados constantes, até mesmo em conversas corriqueiras. Ao ConJor e sua equipe; às ricas discussões proporcionadas. À Profª. Drª. Lorena Tarcia, por compor a banca de qualificação e de defesa deste trabalho e tantas contribuições valiosas trazer. À Profª Drª. Guiomar de Grammont; ao Prof. Dr. Mario Nogueira, por todo o incentivo à minha vida acadêmica, seja na Filosofia ou na Comunicação. 
Àqueles que me fizeram chegar até aqui e que sempre estarão presentes: vovô Ney Monteiro, vovó Zina Monteiro, tia Ylza Monteiro, tia Leda Monteiro, padrinho Padre Mendes, tio Jésus Mendes Barros. Saudades muitas.  
A José Procópio Fernandes Monteiro, meu bisavô, primeiro professor brasileiro do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá, hoje Universidade Federal de Itajubá (Unifei), que iniciou a história familiar de amor aos estudos e ao ensino. 
Foi uma aventura fascinante percorrer a saga criada por George R. R. Martin. Tenho certeza de que fiz a escolha certa ao optar por analisar uma narrativa literária. Se “toda arte é inútil”, como disse Oscar Wilde, no prefácio de O retrato de Dorian Gray, que haja, constantemente, muitas inutilidades na vida.



_______________ 
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...