quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Total eclipse of the heart

É sempre mais fácil, pra mim, escrever com música de fundo. Se eu preciso focar, prefiro música clássica ou umas coisas malucas, tipo Kitaro. Quando preciso de menos atenção, coloco músicas internacionais, que me permitem cantarolar, mas não me envolver totalmente. Para as horas de ócio - estão em falta, admito -, música brasileira pra soltar os pulmões mesmo.

Daí que tô na revisão da parte descritiva do meu capítulo de análise. Essa dissertação tá rendendo, viu? Como já tinha feito o trabalho pesado e queria um pouco de alegrias, escolhi um mix do Youtube com George Michael.

Pausa pra dizer que os mixes do Youtube começam de um jeito e terminam de outro. Quando coloco rock brasileiro anos 1980, sempre aparece um Tim Maia e eu quase morro de raiva. Não curto Tim Mais - já curti, hoje tenho preguiça. Então, se você começa com Pink Floyd, pode terminar no AC/DC.

Mas no meio do mix do George Michael, eis que surge Bonnie Tyller.

Gente, essa mulher me persegue. Se bobear, até no mix da Xuxa (que eu nunca ouvi) deve aparecer essa dita cuja e Total eclipse of the heart. Que é o clipe mais medonho há feito nessa vida. Sério. Prestenção.





O que são esses meninos com olhos iluminados? O que é um deles voando? E a dança do povo de tanga em volta da Bonnie?

É tão nonsense que toda vem que essa música aparece nos mixes, eu paro pra ver. E morro de rir.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...