sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Na Cásper




Uma das coisas mais malucas do mestrado é a exigência de produção. Só piora, à medida que vamos entrando na vida acadêmica. Pros professores, então, é uma loucura. Nós, que estamos na base da pirâmide, temos nossos pontos a serem cumpridos. Lembro até hoje de "sua vida de ouvinte acabou" sendo me jogado na cara pelo orientador. Foi uma tijolada! A partir daí, tava claro que era sair pro mundo escrevendo e apresentando trabalhos. Como divido o mestrado com a vida profissional, a minha produção é bem reduzida. Mas ela existe, vejam só!

Foi assim que me inscrevi no 12º Interprogramas de Mestrado da Faculdade Cásper Líbero. Enviei um resumo expandido com a minha proposta metodológica da dissertação e fui aprovada. Daí, tive um tempo para finalizar o artigo e enviar. Dois meses depois veio a apresentação, lá na Cásper, em São Paulo.

Pra variar, fico morrendo de medo. A minha primeira experiência apresentando trabalho foi um trauma. Lembro até hoje da cara do doutor que acabou com o meu trabalho. Por isso, preferi chegar em São Paulo um dia antes do evento. E fui encontrar com o Caio, esse queridão. Ele nos levou ao Ramona, um restaurante muito bacana.



Foi delicioso rever o Caio e botar o papo em dia. Ouvir suas histórias é uma das melhores partes desse encontro. Ficamos pouco tempo juntos porque no dia seguinte eu teria que ir pra Cásper apresentar meu artigo.



Pela primeira vez na vida, nenhum questionamento, nenhuma pedrada, nenhum feedback negativo. Duas professoras avaliaram a apresentação e o artigo e elogiaram muito. Até perguntei, depois, pra uma delas se era verdade, se ela tinha lido o meu artigo mesmo. A melhor parte é que os melhores artigos seriam selecionados para publicação na revista do mestrado da Cásper. Estou concorrendo. Quem sabe não vem por aí mais uma publicação? Depois conto mais da primeira.

Foi um bom encontro para conversar sobre pesquisa e conhecer iniciativas bacanas de colegas de mestrado em outras instituições. Voltei de lá bem satisfeita.

E ainda teve o dia seguinte, quando conheci a diva-mor dos relatos de viagem, a Anamyself. Não lembro como nos conhecemos, acho que foi pela Dani. É a segunda da turma que conheço pessoalmente. E ela é maravilhosa! Almoçamos juntas e conversamos bastante.

Leo, eu e Ana, na Paulista 


Resumindo: teve muito amor em São Paulo! Como tem Compós ano que vem lá na Cásper, tô querendo me programar pra voltar.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...