quarta-feira, 20 de abril de 2016

Discos - e muito amor envolvido

O queridão Saulo Rios fez a lista (impressionante a dele,vale conhecer) e me convidou para fazer também, com álbuns mais independentes que marcaram a vida. Burlei a regra: na minha lista tem álbuns que marcaram, independentes ou não. Não tem 20, mas tem o que me impactou até agora. Em não tem ordem de preferência, é tudo amado do mesmo jeito :-)

Btw, o amor pelos vinis permanece. 

• Chico Buarque – Construção
Aline sem Chico Buarque não é Aline. E Construção é a música mais phoda dessa vida. O disco foi meu primeiro impacto com (e amor eterno, amor verdadeiro por) Chico. Representa, também, toda a discografia do cara.

• João do Vale – História da Música Popular Brasileira
(não achei link do disco nos iutubius da vida, mas tem muita coisa dele disponível. Vale a pena)
O cara tem letras fantásticas! O canto da ema / Carcará / Pisa na fulô /Peba na pimenta / Na asa do vento / Coroné Antônio Bento / Maria Filó / A voz do povo... Quase furei o vinil de tanto ouvir.

• Mestre Ambrósio – Mestre Ambrósio
Foi em 1997 que vi esses pernambucanos no palco, e foi amor à primeira vista. Custei pra encontrar o disco e até hoje lamento o fim da banda (mesmo acompanhando os caras em outros projetos).

• Pequena Morte – Defenestra
Porque o Tamás é phoda, e é a banda dele, e desde que eu ouvi Defenestra, nunca mais parei.

• Cartola – Cartola II
Porque tem O mundo é o moinho, porque tem As rosas não falam, porque é Cartola e isso basta.

• Novos baianos – Acabou chorare
Porque a menina dança pra valer com ele :-)

• Caetano Veloso – Circuladô
(https://www.youtube.com/watch?v=fBqHlmt-j98 - achei só o link do show)
O mundo já estava fora da ordem desde então...

• Arca de Noé – Vinícius e Toquinho
(não achei link pro disco completo...)
Porque é lindo, porque marcou minha infância, porque sim. Também representando os discos infantis que tenho até hoje.
  
• Kaki King – Everybody Loves You (https://www.youtube.com/watch?v=fh3BM8c7LFc)
Conheci no meu primeiro Festival de Jazz e ver isso ao vivo foi maravilhoso. Escuto o disco com frequência.

• Morphine – Live on Tour
Mais uma banda que vi no Festival de Jazz e fiquei apaixonada.

• Pink Floyd – The Dark Side of The Moon
Adolescência ouvindo Pink Floyd, vida adulta (ou não, vai saber...) ouvindo Pink Floyd. Deste, não canso nunca!

• Pink Floyd – The Wall (os dois)
Engraçado que vi o filme antes de conhecer o disco. E chorei o filme inteiro. Dali pro disco foi um pulo!

• The Beatles – Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
Passei a adolescência inteira ouvindo Beatles. Este foi o que mais me impactou, por motivos de sonoridade, de experimentações, de “putz, quero tocar isso desse jeito!”, de lindezas, de esse disco me representa e de She’s leaving home.

• The Beatles – White Album
Looping eterno durante várias tardes de estudo. Juro que dá pra estudar com esse fundo musical.

• The magic numbers – The magic numbers
O Juno, amigo de longa data, me indicou e nunca mais saiu da minha playlist.

• Wilco – Sky blu sky
Indicação do Leo Bacas. O Wilco tem uma maneira muito legal de trabalhar os discos, na sonoridade e na distribuição.

• Nirvana – Nevermind
Outro da adolescência, que nunca saiu das minhas paradas. Aliás, vale recomendar a biografia do Curt Coubain, Mais pesado que o céu. Um texto muito bom, com apuração rigorosa.

• Queen – Rock in Rio 1995
Eu era criança quando rolou e só fui ouvir anos depois. Paixão foi o que se viu. Foi a porta de entrada pra discografia do Queen (e o meu amigo Gu é a cara do Freddie Mercury)

• Trilha sonora – The Sound of Music
(também sem link)
Porque sim, ora bolas! É um filme que marcou minha vida (sei os diálogos de cor, fato comprovado) e foi o que me levou pras aulas de música. Amo trilhas, então por esta represento as outras.


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...