quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Pílulas do momento #18

1 - Puzzles
Pois é, tinha parado. Fiz um muito sofrido em 2014, uns meses depois da morte da Tia Ylza, com a vovó me dando força. Depois que ela também morreu, fiz mais um, no começo de 2015, que foi presente da minha irmã. Aí deixei de lado, pq o mestrado não dava espaço.

Aí ganhei um puzzle de 500 peças do Turene, no fim de novembro, e montei rapidinho. Deu saudade.



Então, fui atrás do que ganhei da Dreisse, de 2.000 peças e resolvi fazer no Natal. Pq acho Natal um saco, e montar um puzzle grande assim (o meu primeiro de duas mil) ia me trazer bem estar.






Resumimdo: foi um bom Natal.

2 - Livros
Há tempos ando tentando me desfazer dos meus livros. Ao menos dos que sei que não vou ler mais e que não são aqueles aos quais tenho muito apego. Por exemplo, a minha coleção do Sítio, de Monteiro Lobato (mostrei ela aqui) só sairá de perto de mim para presentear uma criança muito importante, que ainda não conheço. Mas outros, juntei e fui doando. Tenho feito esse exercício com os livros de literatura: acabo de ler e já penso em quem pode ficar com ele. A Ju ganhou, a Ana Paula sempre ganha, o Leandro também. No pré-Natal de 2015, doei toda a minha coleção de Agatha Christie (parte dela está no link ali em cima, junto com a coleção de Monteiro Lobato) para a Biblioteca Pública Municipal de Ouro Preto. Cerca de 60 livros, que levamos em duas viagens (a biblio é pertinho aqui de casa), junto com outros livros de literatura. Doeu, mas também deu uma sensação linda de alívio, porque os livros vão ser lidos, ao invés de ficarem presos na estante aqui de casa. Já comentei (aqui) que queria abandonar as releituras. E resolvi reler apenas livros muito impactantes. Então, o mote aqui é: assim que terminei um livro, se ele não for da classe dos livros-da-vida, vai direto pra mão de alguma pessoa mais apropriada. Leandro recebeu, em 2016, quatro livros meus. Ana Paula vai herdar um. E o que mais sair daqui, tenho certeza que estará em boas mãos.

3 - Música
Em um relacionamento sério com música clássica. Como foi quando eu tinha 16 anos.

4 - Nostalgia
Em  mil-novecentos-e-ninguém-está-interessado-nessa-data, eu era estudante, magrela e vivia no computador. O que mudou de lá pra hoje? Continuo estudante, não sou mais magrela e hoje vivo num mac. Encontrei esta foto perdida no meio das minhas coisas e, comparando, até a bagunça da mesa é quase a mesma. Na época desse click, eu já não tocava teclado, mas o Daniel, meu irmão, estudava guitarra. Ele ainda ganhou meu violão, depois que eu arrebentei a minha mão esquerda misturando vôlei e excesso de treinos de teclado e fiquei impossibilitada de tocar. Ok, ok, o violoncello ainda está nos planos, pra quando eu não estiver com a vida tão corrida. Tomara, né?

A long time ago, in a galaxy far away...


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...