segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #90

1 - Rastros de ódio
Do Mário Magalhães, sobre aquele episódio lamentável na Livraria Cultura. Fico sem entender como tem gente que acha que vai mudar a opinião de quem pensa diferente dele aos gritos e com agressões. Em tempo: não tive estômago pra ver o vídeo inteiro.

2 - Libertar-se do papel de macho-idiota ou ser vetor do sofrimento alheio?
Do Sakamoto. Sobre como a criação de crianças do sexo masculino (sexo, não gênero) é prejudicial a elas e às mulheres. Criam-se monstros, espalha-se o terror. Todo mundo sofre. Bonito isso, não? #ironiamodeon

3 - Saudades do futuro
Texto lindo do João Carlos Firpe. Como sempre.

4 - A maior barreira na adoção da tecnologia são as pessoas
Do Mauro Segura, sobre a nossa resistência em mudar. O blog A quinta onda é muito bacana, uma das minhas leituras favoritas. E o texto faz pensar em qual, afinal, é o nosso Uber, aquele que nos coloca de frente com a mudança.

5 - Sobre o "outro tipo" de abuso
Em dias em que, finalmente, os abusos têm sido tema da agenda pública, eis que o site Temos que falar sobre isso traz um texto necessário sobre um tipo de abuso infantil que me é caro. Meus amigos sabem que não corro atrás dos filhos deles, não faço gracinhas pra eles, não peço beijo ou abraço. Porque penso que criança precisa ter seu próprio espaço e esse espaço não deve ser violado. Criança não é bem público, que tem que ser obrigada a ir no colo da galera, ter bochechas apertadas e distribuir beijos e abraços sem ter vontade de fazer isso. E é esse toque forçado que pode favorecer o silêncio num caso de outros tipos de abuso, especialmente o sexual. Sou super favorável a deixar as crianças na delas.

6 - Uma mulher tem sofrido ameaças por causa de um site fake e ninguém faz nada. O que está acontecendo com a gente?
Da Carol Patrocínio, no Medium. Juro que ando mesmo torcendo pro meteoro. No fundo, pra ele atingir que dá audiência pros Olavos e pros Rogers da vida.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...