quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Pílulas do momento #16

1 - O funk
Imagine que você tem: três artigos pra escrever; uma coleta de dados gigantesca (porque você é maluca e propôs uma coisa enorme pra fazer e, pra piorar, aceitaram); textos e livros pra terminar de ler. Além disso, tem também: vizinho que escuta funk na altura que permite que quase toda a cidade compartilhe a menina que tem que descer e mexer o bumbum. Imagine que o seu nível de paciência está só decaindo. #comofas, meodeos???

2 - Umectação
Daí, aproveitando um tempo em que era pra dormir, resolvo acordar cedo num domingo - por cedo, entenda-se cedo mesmo! - para fazer umectação no cabelo. Enquanto fico lá, toda lambuzada, vai rolando a coleta de dados gigantesca. O tempo vai passando e a cidade vai acordando. Vem aquele medo de alguém tocar a campainha. Céus, se alguém bater, como atender a porta com o cabelo todo umectado? #comofas, meodeos? Termina o tempo da umectação, corre pro chuveiro pra colocar a cabeleira em ordem. Campainha não tocou. Respiro aliviada e volto pra coleta. Pra continuar com o mesmo medo da campainha tocar, porque #comofas se precisar interromper a coleta, meodeos?

3 - Ausências
 Não vai rolar a ida a Piracanjuba este ano. Tô com o coração partido, uma dor sem igual. Porque Piracas renova meu ânimo, acrescenta em amor, risadas, companheirismo. Sinto saudade de estar lá, de conversar com a galera. Sinto saudade da vida simples que vivo nos poucos dias que passo por lá. Sem preocupações, sem atritos, sem medos - exceto o de avião e o de arroz, claro. Tá doendo mesmo...

4 - Conhecimento
Conhecer a fundo alguma coisa sempre traz novas possibilidades. De julho pra cá, estou conhecendo a fundo uma coisa que eu achava muito legal. Olha, foi a decepção do ano. Faz parte da coleta de dados pra um artigo e, vou te contar... o que era exemplo virou contra-exemplo. Ao menos estou aprendendo direitinho um conceito que é fundamental pra minha dissertação. Pollyannamente, algum lado bom tem que ter.

5 - Cuca
Há pistas de que ela está ficando gagá, esquecida ou com Alzheimer. Como lidar?

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...