segunda-feira, 8 de junho de 2015

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #73

1 - Matar o tempo ou multiplicá-lo: qual a real função da literatura?
Postagem bem legal do Homo Literatus, sobre a literatura, a leitura e os livros. Como já dizia Umberto Eco em O nome da rosa, o bem de um livro está em ser lido. Quando não é lido, ele é morto. Sou do grupo que acha que ler quase nunca é perder tempo. É só saber escolher o que realmente faz sentido e pronto. Pena que nesses tempos de mestrado estou deixando a literatura de lado :-(

2 - Projeto Breaking Bad - So1-Eo1 - Piloto
Um projeto muito bacana do Pablo Villaça sobre o melhor seriado de todos os tempos (perde apenas pra Anos Incríveis, por uma questão afetiva), Breaking Bad. O Pablo vai analisar todos os episódios das seis temporadas do seriado. E já no texto inicial ele mostra que o trabalho vai ser muito bacana. Os textos seguintes estarão disponíveis apenas para assinantes do Cinema em Cena. Vale muito a pena assinar, seja pelo projeto, seja pra manter o site no ar.

3 - Queridos diários - sobre se corresponder consigo mesma, através dos anos\
Texto lindo e emocionante da Sabrina Abreu sobre diários. Que, claro, me fez lembrar dos meus, de tudo o que já escrevi e já se perdeu, do que ficou guardado, do que foi digitalizado. É fato que escrevemos mais na tristeza e que a felicidade merece poucos registros escritos. Vale super a leitura. Vale mais ainda se for o gatilho pra começar (ou voltar) pros diários.

4 - A era do aluno-cliente
Do Alec Duarte, que sempre é uma luz pro jornalismo e, volta e meia, acaba respondendo às minhas inquietações. Sobre a universidade, os alunos, as formações e a vontade de ensinar. E sobre quem não quer realmente aprender. Tudo isso num texto muito curto e preciso.

5 - Consentimento é tão simples como chá - só dê uma xícara a quem quer
Do B9. Precisa falar mais alguma coisa? Só reforçar: seja chá ou sexo, consentimento é necessário e tem que ser respeitado.

6 - A gênese de uma religião
Texto muito bacana do João Varella para o Trilhos Urbanos sobre a diva Marina Abramovic, suas performances muito loucas e seu instituto. O texto é bem crítico, como é comum na produção do João Varella, e é muito bacana pensar nas nossas loucuras e como a Marina se aproveitou do momento para criar suas performances.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...