sexta-feira, 1 de maio de 2015

Curitiba

Parque Tanguá num dia sem sol

Em 2006 fui a Curitiba e amei a cidade. Passei um feriado estendido lá e curti tudo o que vi (exceto o real motivo da viagem, que foi uma bomba e não vem ao caso). Vivia falando em voltar. E voltei, correndo, mas com um ótimo aproveitamento.

Antes de ir, planejei (ando fã de planejamentos executáveis!) e fui ver o que a Matraca recomendava. Como tinha pouco tempo, não queria ver o que já tinha visto na primeira visita. Então peguei as recomendações pra Linha Turismo e mandei ver.

Pra começar, marcamos a viagem para ir a um show, que acabou sendo cancelado quase na véspera. Resolvemos não desmarcar e fomos curtir a cidade assim mesmo. Ficamos hospedados no Ibis Centro Cívico, que é super bem localizado, fácil de acessar pela linha de ônibus que vem o aeroporto e perto do ponto inicial da Linha Turismo. O mais importante, pro Leo, é que era na mesma rua do bar Hop'n'Roll, que ele fazia questão de visitar. Com o show cancelado, acabamos indo lá duas vezes, num dia normal e durante o St. Patrick's Day.

Leo pirando nos chopps do cardápio

Fala sério: mais de 24 torneiras de chopp! Leo quase teve um troço! A comida é ótima, o atendimento é muito atencioso e o ambiente é muito bacana. Sem contar a música! Pra quem gosta de cerveja, o bar é parada obrigatória! Até mesmo pra quem quer produzir. Lá você pode fazer a sua própria cerveja, acompanhado pelo mestre da casa, e volta depois de um tempo para buscar.

Fomos lá logo que chegamos em Curitiba (apenas depois de passar rápido no hotel e esperar o resultado do mestrado, que saiu exatamente uma hora depois que chegamos na cidade). Voltamos no dia seguinte para a festa do St. Patrick's Day, que teve muita cerveja, comida típica irlandesa, banda de rock (esqueci o nome, muito boa) e pessoas com gaitas de fole.

Olha a felicidade do garoto!

Típicamente... escocês????

Antes do St. Patrick's, acordamos cedo e pegamos a Linha Turismo, seguindo as dicas da Matraca e evitando os locais que já conhecíamos. Primeira parada: Bosque Alemão. Gente, que lugar gostoso! A Matraca fala que é bom para levar crianças, e as crianças devem amar mesmo. O Bosque tem a trilha de João e Maria e, na casa da Bruxa, tem uma biblioteca infantil com contação de histórias e outras atividades. A trilha é muito agradável! Além dela, lá tem o Oratório Bach, uma lanchonete com comida típica alemã (e um strudel de maçã delícia), além da Torre dos Filósofos #meidentifiquei.

Oratório Bach ao fundo

Do alto da Torre dos Filósofos

Um lago na Trilha João e Maria

Fim do passeio

A casa da Bruxa

Vai uma torta de maçã aí?

Segunda parada: Parque Tanguá. Que não estava 100% funcionando, mas é lindo pra dedéu!

Depois dessa nuvem negra tinha um céu azul

Ia ficar beeeem melhor com sol, né?

Mesmo assim, é muito lindo!

Vista láááá do alto, com uma pedreira láááá embaixo

Terceira parada: Memorial Ucraniano. Gente, que lugar lindo! Por pouco a gente não desce, porque é bem pertinho do ponto do Parque Tingui e o áudio do ônibus não avisou. Ao menos o motorista parou e deu tempo de perceber onde estávamos e descer. Tinha uma família lá, fazendo fotos para o "save the date" de um casamento. O casal que fotografava os noivos tinha um filho, chamado Brian. O garotinho não parava quieto e seus pais o repreendiam o tempo todo, perguntando onde estava aquele "menino bonzinho"... tadinho do Brian!

A entrada do Memorial Ucraniao

A réplica de uma igreja, fofa demais!

Dentro da igreja: o altar fica atrás dessas passagens


Ao fundo, a família do Brian, aquele menino bonzinho

Uma pêssanka (ovos decorados) gigante
Ficamos bastante tempo por lá, quase perdemos a hora pro St. Patrick's. Voltamos pra Linha Turismo e deixamos a outra parada a que tínhamos direito pra uma próxima vez. Almoçamos no Victor Fish and Chips do Shopping Mueller, ao lado do hotel, e de lá fomos pro Hop'n'Roll.

Saindo do St. Patrick's, voltamos ao shopping pra comer algo que não fosse irlandês. E foi lá que comi o melhor sanduíche da minha vida (sorry, Cumadre, vocês passaram pro segundo lugar). Foi no Madero Express, e agora quero voltar pra Curitiba só por causa deles.

Curitiba ainda me rendeu a leitura de um livro lindo (Nova gramática finlandesa), um livro novo (depois que o lindo acabou), uma paleta mexicana, uma turbulência do capeta, um chá de cadeira em São Paulo e um cheesecake com doce de leite Havana (em Garulhos, mas que fez parte do Pacote-Curitiba).

Olha que abuso!


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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...