segunda-feira, 30 de junho de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #34

1 - A carta
Um conto que é um relato lindo sobre a depressão. Aquela de verdade, não a tristeza ocasional que a gente insiste em denominar "depressão", mas que nem passa perto do transtorno em si. Do Pablo Villaça.

2 - De novo: quando uma fonte mente
Em tempos de redes sociais e de informações sem referência sendo despejadas sobre nós a todo momento, vale a pena parar pra pensar de onde elas vêm, qual o objetivo de quem está lançando uma informação por aí. A Cristina Castro fala sobre uma foto do Mujica, presidente do Uruguai, que está sendo publicada por aí com uma informação falsa e provocando um certo tipo de discussão.

3 - Depressão não é piada
Mais um relato sobre a depressão de verdade, dessa vez da Mari, do Lugar de Mulher, um dos blogs que mais tenho lido ultimamente.
Só me ficou uma dúvida: por que tenho me debruçado tanto sobre textos cujo tema é depressão?

4 - Até o momento que é com você
Reflexão da Anita Efraim sobre as cantadas de ruas e como elas reforçam o lugar tradicional da mulher como submissa. Foi a primeira vez que ela se sentiu invadida e clama para que as mulheres lutem como essa forma de opressão e, ainda, parem de ver cantadas como algo lisonjeiro. Não é, está muito longe de ser.

5 - Na prática: para o bolo dar certo
Nunca me dei bem com a cozinha. Arrisco uma coisa ou outra de vez em quando, mas não é minha praia. Porém, essa postagem do Gui Poulain, cheia de dicas, me fez ter vontade de passear por lá de novo. Acredito que tudo o que ele disse aqui valha pra quem, como eu, não saca nada sobre cozinhar, e até para pessoas que já têm mais intimidade com panelas e ingredientes.

6 - Lei da palmada: precisamos educar sem violência
Sou grande defensora da Lei da Palmada, muito por ter sido uma criança que sofreu violência de várias formas e ter sido bastante espancada na infância só me fez crescer revoltada com a vida, odiando meus pais e pedindo pra tudo que existe de sagrado pra morrer o mais breve possível. Educar não tem nada a ver com violência, e agradeço aos meus outros familiares que me mostraram isso e me tiraram do inferno que era viver numa casa violenta. A reflexão da Adriana Torres no Blogueiras Feministas vai no sentido de esclarecer que o ato de educar não pode estar vinculado a castigos físicos.

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...