quarta-feira, 23 de abril de 2014

Livro: Todo mundo que vale a pena conhecer

Li esse livro há alguns anos, logo que foi lançado no Brasil. Foi na rabeira do sucesso de O diabo veste Prada, que eu tinha lido e gostado bastante. Quando li Todo mundo que vale a pena conhecer, gostei ainda mais. Talvez por conta do universo profissional da Bette, a personagem principal. Ela é formada em literatura mas acaba trabalhando como consultora financeira. E quando não aguenta mais seu chefe, pede demissão e acaba em uma agência de relações públicas, promovendo eventos profissionais. E talvez seja essa loucura do mundo dos eventos que me fez gostar tanto do livro.

Não, eu não gosto de trabalhar com eventos. Sim, morro de preguiça deles. E de quase tudo o que envolve um evento. E a relação da Bette e de seu tio Will com o trabalho é o que eu mais gosto. Will é colunista de jornais e já está um pouco cansado do trabalho. Seu objetivo é tirar Bette da vida de consultora financeira e fazê-la aproveitar mais tudo o que Nova York pode oferecer. É assim que ele arruma para ela o emprego na Kelly & Company, a agência de RP que movimenta a maior parte da ação. No novo trabalho, Bette vai encontrar situações muito constrangedoras, como um namoro fictício com o solteiro mais cobiçado da mídia e a perseguição de uma colunista de fofocas. Também conhece um muito novo, em que as aparências valem mais do que tudo: é mais importante você usar uma it-bolsa, uma it-roupa, uma it-qualquer coisa. E Bette acaba sendo forçada a participar de algumas dessas loucuras.

No meio disso tudo, Bette conhece Sammy, que trabalha como segurança de uma das boates mais famosas do momento, o Bungalow 8. E Sammy se revela um cara muito bacana e cheio de habilidades - ele estuda culinária e está se preparando para ter seu próprio restaurante. O encontro dos dois vai render a parte romântica da história, e é bem bonitinho, mesmo não sendo muito convencional.

Outro dia eu estava à toa, esperando minha hora no salão de beleza e saquei o Kindle da bolsa (já falei aqui que ele tem sido meu companheiro em filas e demais momentos de espera) e procurei alguma coisa leve pra ler. E a única coisa leve que tinha era Todo mundo que vale a pena conhecer. E como tenho o livro no Kindle, doei o exemplar em papel. Por isso, o post vai sem foto. Ao final, a releitura da obra serviu pro que eu queria: coisas leves, apenas para divertir. Vamos ao próximo!

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...