quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O que (eu acho que) tem de bom pra ler na net #18

1 - Quanto mais Facebook, mais infelizes somos (ou não)
Do Blog da Kika Castro. Tem os resultados de uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos EUA, sobre o Facebook e como ele afetou as relações pessoais. Um dos pontos tratados é que as redes sociais acabam estimulando o isolamento. É uma coisa a se pensar. Eu sempre fui fã de redes sociais, mas tô num ponto de esgotamento. Talvez porque eu trabalhe com elas e fique boa parte dos dias úteis logada. E ando com muita preguiça. Das redes e das pessoas das redes.

2 - A Rede
Seguindo a linha da preguiça das redes sociais, este texto do Pablo Villaça vem a calhar. Depois de ler, fiquei pensando em deletar todas as minhas contas em redes (exceto no Twitter, porque ele ainda mora no meu coração). Em especial o Facebook. Se fosse possível, por conta do trabalho, eu deletaria tudo mesmo. O que mais me assustou no texto foi a Ioná dizendo que as pessoas estão pensando em termos de redes sociais e é verdade. Acabamos pensando nas frases que podem ir pro Face, nas fotos que podem fazer sucesso no Instagram e em mostrar pra todo mundo onde estamos via Foursquare. Sem contar as outras redes...

3 - Blog na era da rede social
Texto da Rosana Hermann, de quem sou fã (como ela consegue fazer tudo o que faz, heim?). Rosana é daquelas pessoas que é mega antenada em tecnologias. Tem esse blog há anos e é usuária compulsiva do Twitter (e vale super a leitura do livro Um passarinho me contou, em que ela faz um raio-X do microblog). Aqui ela fala sobre como as redes sociais e os blogs se relacionam, destacando que os blogs mantêm o caráter pessoal, enquanto as redes têm outras funções. E é por isso que eu ficava rindo quando algumas pessoas diziam que os blogs iam morrer.

4 - Sinceridade de classe
Este texto da Juliana Cunha é uma delícia. Fala sobre como uma certa colunista de um certo jornal colocou a culpa do momento crítico do mercado de trabalho para escritores, redatores, jornalistas etc nos... jornalistas, publicitários, escritores mais novos - ou focas, na linguagem jornalística. Não é a primeira vez que a culpa de alguma coisa é colocada na vítima - vide a violência contra a mulher e a questão dos negros e índios. Então, para a tal colunista, a culpa do mercado oferecer pouca grana para pagar um trabalho é de quem se oferece para o trabalho recebendo pouco. Mas, vamos lá, o que é melhor: receber pouco ou ficar sem trabalhar?

5 - O que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas
E aproveitando que citei violência contra a mulher, lá vem um texto muito bacana que li ultimamente. É do Leonardo Sakamoto, que é super polêmico "nas internets", como diz um amigo meu. E é exatamente o que eu penso a respeito. O que faz um gênero não é o órgão sexual, mas como a pessoa se afirma. Ser homem ou ser mulher é uma questão de construção social. E ponto.

6 - Mulheres machistas
Continuando o embalo, texto da Ana Paula Pedrosa sobre como algumas mulheres reforçam - algumas vezes sem nem ter consciência - o machismo nosso de casa dia. Affff...

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...