terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013

Olha, a expectativa pra 2013 era bastante alta. E, sim, o ano foi bem melhor que 2012. Pelo menos foi mais leve. O problema é que chega dezembro e eu já não suporto mais o que seja. Como se fosse mudar alguma coisa em janeiro de 2014... mas vamos continuar nos iludindo e fingindo que tudo vai ser diferente. Vai que cola, né?

Li muito, mas não o tanto que eu queria, não todos os livros que eu queria. Li Barba ensopada de sangue e prometi que leria outros do Daniel Galera, mas não cumpri. E vieram também Alta Fidelidade, A garota com a tatuagem de dragão e a filosofia, Hibisco roxo, O lado bom da vida Santo Agostinho: a vida e as ideias de um filósofo adiante do seu tempo, Meio sol amarelo, Simplesmente Ana, As vantagens de ser invisível, Um dia, On the road, Triângulo das águas, A volta do parafuso, Íon, A maldição do espelho, O evangelho segundo Jesus Cristo, Ela é uma fera!, Um passarinho me contou, A metamorfose, Meditações sobre a filosofia primeira, A livraria 24h de Mr. Penumbra, Morte súbita, O livro da ignorância generalizada, [manual prático de bons modos em livrarias], A casa dos budas ditosos, Garota exemplar, Risíveis amores

Por outro lado, escrevi um capítulo da biografia do meu padrinho, e foi muito bacana participar desse projeto.

Vi menos fimes do que gostaria, e nem escrevi sobre a maior parte dos que eu vi, o que é uma lástima. Quase não encontrei com a turma do cinema, o que também é uma lástima.

Completamos 12 anos juntos. E cinco anos de casamento. E teve mais um livro da D. Lídia e o encontro dos Borges em Piracanjuba.

Fiz muito quebra-cabeça. E que finalmente enquadrei um deles. Há outros na fila do enquadramento, mas vai ficar pra depois, pra 2014.

Foi o ano em que fui a um jogo oficial da Fifa: Nigéria x Tahiti, pela Copa das Confederações (e virei a casaca). Também foi o ano em que decidi não falar mais de futebol em redes sociais.

Em 2013 nasceu uma mocinha linda. A Julia, filha do Fifi e da Roberta, que já estreiou, com um mês de vida, sendo madrinha de casamento. Uma lady!

Foi o ano de praticar o que planejamos por tanto tempo: a viagem pra Nova York. E foi uma delícia, mesmo que tenha durado pouco (sobre NY, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). E eu vi um Van Eyck, já posso morrer feliz.

Foi o ano em que um projeto novo surgiu, mas não posso falar sobre ele. Também foi um ano de muito estudo, e isso interferiu bastante na falta de livros e de filmes.

Especialmente, foi o ano em que vi vovó envelhecer mais rapidamente. O tempo vai passando, certas coisas vão ficando mais difíceis. Ela está mais ansiosa, mais medrosa, mais dependente. E tem sido cada vez mais difícil pra mim lidar com ela. 2013 foi quase uma prova de fogo. Como diria uma pessoa que eu conheço, foi um teste pra minha paciência. E parece que 2014 vai ser mais pesado ainda.

Mas vamos lá, né? Já que não tem jeito de fugir, vamos encarar...

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...