domingo, 20 de outubro de 2013

NY - comida

Quando fechamos a estadia no Hotel Pennsylvania, pudemos optar por um por um pacote com café da manhã incluso ou não. Com a inclusão do café, ficava R$1500 a mais. Pôxa, com R$1500 dava pra fazer muitas coisas... abrimos mão do café da manhã no hotel e nos abrimos a descobrir o mundo mágico do café da manhã de Nova York.

Pra começar, tem um Starbucks em praticamente cada esquina da ilha de Manhattan. Então, na pior das hipóteses, iríamos todo dia a ele. Mas não foi preciso.

Em nosso primeiro e no segundo dias em NY, nosso café foi na Zaro Bakery da Penn Station, em frente ao hotel. E foi ótimo. Rápido, barato, gostoso. No terceiro dia, fomos no Cafe Bari, que fica no Soho. Foi o melhor café da manhã da viagem, pra mim.

Simples, mas delicioso

O Bari, Leo e a camisa do Cruzeiro (eca!)

Depois experimentamos o 7 Eleven, que pra mim foi ótimo. Amei o Glazed Donut de lá. Leo só comeu coisas apimentadas, nas duas vezes que fomos lá, e não gostou.

O donut dos Simpsons. Não tive coragem de experimentar

Fomos também ao Wendy's, onde comemos pão com ovo (coisa inédita na minha vida, como café da manhã). Foi lá que experimentamos um Strawberry Lemonade e, vou te contar, que coisa horrível! Doce até acabar com a vida. Eu terminei o meu porque odeio deixar comida. Leo tomou dois goles e desistiu.

Optamos pelo Starbucks no café da manhã apenas no nosso último dia. O Pedro nos aplicou no Caramel Machiatto, que passou a ser a nossa bebida oficial ao longo das nossas andanças. Porque, como eu disse antes, tem um Starbucks em cada esquina da ilha. Batia sede, cansaço, a gente precisava se planejar, era só correr num Starbucks, pedir um Caramel Machiatto e ser feliz. Sem contar que toda loja tem wi-fi grátis e de ótima qualidade. Quando lá, até desligávamos o 3G do plano que compramos.

Para almoçar, optamos por deixar a vida nos levar. Onde estivéssemos, procuraríamos algo com cara de saudável e com um preço bacana.

Fomos ao Johnny Rockets, em Jersey Gardens, e foi ótimo. Fomos ao Nectar, que fica na Madison Avenue, perto do Metropolitan Museum e foi o lugar onde mais vi comida na vida. Pedi um parmeggiana de frango e veio um prato monstro de salada, depois um prato monstro com dois peitos enormes de franga à parmeggiana e ainda uma travessa gigantesca de spaghetti à milanesa. Não dei conta de chegar nem a um terço do prato. Depois, fiquei com dor na consciência pelo desperdício de comida. Quase perguntei o que eles faziam com o que sobrava. Leo deu conta só de metade do prato, de tão grande.

Também fomos ao Carmine's, que é super famoso pela quantidade de comida. O ambiente lembra um filme de máfia italiana, como O Poderoso Chefão, com cortinas vermelhas e muitas fotos antigas na parede. Lá pedimos um Penne alla vodka e deu pra mim, pro Leo e pro Pedro (nosso companheiro de viagem, que vai merecer um post à parte) e ainda sobrou muita comida.

Leo e Pedro no Carmine's

Também almoçamos numa das lanchonetes do Museu de História Natural. Foi um sanduíche com salada, bem bacana.

Sendo nada light no Museu
O melhor almoço, na minha opinião, foi no D. J. Reynolds, um bar irlandês perto do Central Park. A comida estava deliciosa, na medida.

Chicken Picatta, delicioso!

London Broil, o prato do Leo

E o mais divertido foi o Bubba Gump. Mais porque eu adoro o filme Forrest Gump e o ambiente é todo do Forrest e suas histórias incríveis. A comida é ótima, toda de frutos do mar, peixe camarões, como não podia deixar de ser.

Meu prato à frente, o do Leo ao fundo

Ganhamos os dois copos. O de suco pisca luzes coloridas

O garçon, Raymond, foi super atencioso conosco. Tudo bem, é o trabalho dele. Fez um jogo de perguntas sobre o filme e estava sempre presente. Quando soube que éramos do Brasil, começou a falar do país, disse que quer conhecer Floripa em breve.

E no JFK, antes de irmos embora, a última refeição.

Eu de Starbucks, Leo de comida chinesa

_______________
Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...