quinta-feira, 24 de outubro de 2013

NY - bares

Leo é aquele cara que gosta muito de cerveja. E, no planejamento da viagem a NY, ele queria conhecer muitos bares e beber muitas cervejas diferentes. Apesar de ter muita Bud e BudLight por lá, os EUA são reconhecidos pelo grande número de cervejarias, muitas delas estão naquele livro 1000 cervejas para beber antes de morrer. Leo queria aproveitar. E eu, que não bebo, não acho ruim conhecer os bares. E lá fomos nós.

Nossa primeira saída alcoólica (em todas o Pedro estava presente) foi para um bar ao lado do hotel o Blarney Rock Pub. Leo ficou satisfeito por experimentar novos chopps. O bar tem dois andares. Fomos pro de cima, onde o telhado é retrátil e ficamos aproveitando a noite, conversando e rindo muito. Quando o segundo andar fechou, à meia-noite, fomos para o andar de baixo, mas ficamos pouco tempo, porque o Pedro tinha que trabalhar no dia seguinte e Leo e eu tínhamos muita coisa pra turistar também.

No segundo andar do Blarney, com o teto aberto

O primeiro andar do Blarney Rock Pub

No dia seguinte, fomos ao Heartland Brewery, que fica no Empire State Building. Foi sugestão do Pedro e foi muito bacana. Tem um andar abaixo da rua, mais com clima de bar. O no rés do chão é mais um restaurante. Leo e Pedro experimentaram várias cervejas.


Heartland Brewery


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Na sexta-feira, como o Pedro não tinha que trabalhar no dia seguinte, fomos em busca do Blind Tiger, sugestão do Fred, colega do Leo, da confraria de cerveja. Fomos e estava lotado, com gente saindo pelo ladrão. Daí resolvemos andar no bairro West Village, que é uma gracinha, e acabamos no Sushi Samba, uma casa meio maluca, com comida japonesa, peruana e brasileira. Imagina um cardápio com moqueca, churrasco gaúcho, comida peruana e sushi. Pedimos um frango teriaki que estava delicioso e o Leo e Pedro ficaram tomando a cerveja Samuel Adams. Depois de um tempo, voltamos ao Blind Tiger. Continuava cheio, mas ficamos por lá. Leo quase pirou com as cervejas disponíveis.

Os dois no Blind Tiger

O ambiente do Sushi Samba, bem agradável

No sábado fomos ao Met, que vai merecer um post só pra ele. Na volta, passamos pela rua 33 dom a Madison Avenue e descobrimos que lá tem um mundo de bares irlandeses e com cervejas variadas.

Primeira parada: Rattle N Hum. Leo não teria notado o bar se eu não parasse pra ler o cardápio e visse o tamanho da carta de cervejas dele. Perguntamos até que hora ficava aberto: até as 22h a cozinha funciona. Depois, é possível beber no bar até as 4h. Os olhos do Leo até brilharam! E ele amou o bar. Tanto que voltamos lá pra nossa despedida da cidade.


Rattle N Hum e suas cervejas

Rattle N Hum e suas cervejas

A próxima parada, no domingo: Legends. Também na rua 33. Comida boa, cerveja como os meninos queriam e um jogo de futebol americano passando em várias TVs. Era com o marido da Gisele Bündchen, o Tom Brady. E o cara é mesmo bom. O Pedro e o Leo tiveram a maior paciência de me explicar o jogo. Eu nunca curti, nem pra jogar no videogame, mas aprendi umas coisinhas com os dois.

Esqueci de tirar fotos do interior do bar

Segunda-feira foi o dia de conhecer o bar mais maluco de todos. É o Foley's, dedicado ao baseball. O lugar parece uma barraca de comércio popular, tamanho é o número de coisas lá. Mas nada à venda: é uma espécie de memorial do baseball. Tem inúmeras bolas autografadas, camisas, entradas de jogos, matérias de jornais e revistas e até cadeiras de estádio. Uma zona meio maníaca. Aqui o atendimento foi meio ruinzinho. A garota esqueceu o chopp do Pedro por 20 minutos no balcão e errou na conta. Mas tudo bem. Foi lá que comi uma mostarda maravilhosa.

Olha que loucura esse lugar

Leo e Pedro enquanto a gente esperava o jantar

A mostarda que alegrou a minha noite

Terça era a nossa última noite na cidade. Começamos no Jack Demsey's. Aqui o esquema era comida até meia noite e bebidas no balcão até as 4h. Fomos ficando, mas o Leo decidiu que a saideira tinha de ser à altura, no Rattle N Hum. E foi lá que terminamos a noite, com o Leo fazendo a alegria do garçom com suas poses engraçadíssimas, que ele sempre tem quando bebe demais.

Leo e a lareira do Jack Demsey's ao fundo

As bandeiras no balcão do bar

De volta ao Rattle N Hum

Leo e Pedro lá no Rattle N Hum

Olha a felicidade do garoto!

Deu pra divertir bastante!

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Aline, que prefere ser chamada de Lile. Ou de Nine...