segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Família na universidade

Outro dia estava pensando em como e quando a relação com a universidade entrou na minha família, em especial na Albuquerque Monteiro. Pensei nisso por causa de um presente que o Paulo ganhou, que vai ter um post só pra ele, em breve (update: post aqui). Esse presente dizia respeito ao meu bisavô Procópio.

Vô Procópio se formou em dois cursos superiores. Primeiro em Farmácia, na Escola de Farmácia de Ouro Preto. Depois, fez Engenharia, na Escola de Minas, também na cidade. Ele foi professor em Itajubá, na atual UNIFEI - foi o primeiro professor brasileiro dessa escola de engenharia. Não sei se chegou a dar aulas na Ele também deu aulas na Escola de Minas.

Meu avô Ney formou-se em Farmácia na Escola de Farmácia de Ouro Preto onde também foi professor até se aposentar. Minha mãe também se formou em Farmácia na mesma escola. Paulo é filho da PUC (como eu), mas desde que se formou em Engenharia Eletrônica, dá aulas na Escola de Minas.

Na década de 1970, a Escola de Farmácia, a Escola de Minas e a Faculdade de Letras de Mariana foram agrupadas com a criação da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Otávio, meu irmão caçula, foi aluno do curso de Letras da UFOP. E eu tento ser aluna da Filosofia.

São quatro gerações da família Monteiro buscando conhecimento nos mesmos bancos e, ao menos, duas gerações ensinando por lá.

Dá um certo orgulhinho na gente, dá mesmo!