sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Revisitando 2012

2012 está indo embora e, no geral, não foi um ano bom. Óbvio que aconteceram muitas coisas boas, mas se pesarmos o bom e o ruim, o lado mau veio com uma força enorme. Talvez pra contrabalancear com 2011, que foi muito bom. Foi um ano em que consegui realizar algumas coisas, como o sonho de voltar a estudar. Mas, ao mesmo tempo - e talvez por causa da volta à faculdade - vi menos filmes, li menos livros. 

Mas vamos ao que interessa, a retrospectiva 2012.

Tudo começou com o Reveillon com os amigos. Foi muito divertido, mesmo o meu petisco dando errado (e ainda não tomei coragem de refazer, para acertar o tempero). Estar com os amigos é uma delícia! mas foi voltar pra casa e o ano mostrou as garras. Aqui em Ouro Preto tivemos inúmeros pontos de deslizamento. O maior deles foi o do Morro do Piolho, em frente à rodoviária, que desceu com força, soterrou parte do prédio e matou dois taxistas que esperavam o último ônibus do dia. Falei disso aqui e aqui, quando contei sobre a tamareira que tínhamos no quintal e como ela pressionou o muro, com a ajuda da chuva. Talvez a chuva e suas consequências tenham contribuído para que eu ficasse triste o ano inteiro.

Bem no começo do ano quebrei a mão e visitei Lavras Novas novamente, com os pais do Leo, a Flavinha e os amigos Lauro e Jean. Teve um visitante inesperado no meu quarto (continuo negando essa história, hahaha).

Mais pra frente, teve o concerto maravilhoso da Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença. Fiquei na pilha pra comprar ingresso, fui das primeiras a entrar no GLTA. Foi uma das apresentações mais emocionantes. Músicas lindas, o Alceu e seu vigor, a Orquestra e sua beleza. No meio do ano, no Festival de Inverno, revi a apresentação dos Beatles, desta vez ao vivo. Antes, só tinha visto pelo DVD, pirando, porque é maravilhosa também.

Este ano conheci pessoalmente a Bel, essa pessoa linda, fofa e animadíssima, e o Cau, o marido dela. Vindos de uma viagem a Argentina e Uruguai, passaram uns dias aqui em OP. De quebra, ela me ensinou a fazer um macarrão muito bom (tem mais aqui). Teve oficina no Festival de Inverno, de novo. Dessa vez, o tema foi Rostos do Ofício, e foi uma delícia fazer.

Teve um retorno a Carrancas (aqui, aqui, aqui e aqui), dessa vez com amigos, numa viagem divertidíssima, com muitas lembranças boas. Fiz uma tatuagem. Quase pirei quando li Antígona. Houve um acidente com o Paulo e eu quase morri de medo de perdê-lo (mesmo que tenha tudo terminado bem, afinal). Não fui pra Piracanjuba em novembro. E se eu não fui, a festa de novembro não aconteceu. Por favor, não me contem como foi.


Teve festa junina, teve festa de Halloween. Entre as duas festas, teve algo que me tirou do sério. Mas, ao menos, me mostrou que preciso desprezar o que é pra ser desprezado, ignorar o que é pra ser ignorado. Não consegui concluir meu Desafio Literário. Cuca tem uma escada para subir na cama e uma dor de coluna provavelmente sem cura. Comecei a fazer quebra-cabeças. Ganhei alguns deles no fim do ano (depois conto mais). Cheguei à conclusão de que gente ruim sempre será ruim. Conheci os perigos de uma história única.

Passei o melhor Natal desde 1992, com a família mais linda do mundo. Ainda vem o Reveillon, de novo com os amigos. E pedidos para que 2013 seja bem melhor que 2012.