quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Quebrando a cabeça

Em meio a discussões acaloradas sobre a minha falta de foco (da qual já falei aqui) brinquei com a Flávia, minha analista sobre a forma como conto pra ela o que acontece comigo, tudo fragmentado. Como aquele jogo "Ligue os pontos", disse que eu jogava um monte de pontos e que ela se encarregava de ligá-los. Falamos muito sobre essa fragmentação e como eu faço pra juntar esses cacos e formar alguma coisa com eles.

Um fim de semana depois, lá estava eu invejando o quebra-cabeças da Fabi e do Lauro. Eles estavam montando um de mil peças, do Romero Brito. Invejei mesmo! Leo e eu compramos uma caixa pra gente, com três: um de 250 peças, um com 500 e um com mil., Começamos o com mil e, claro, não o terminamos. Compramos, depois, um porta-puzzle para liberar a mesa da casa dos pais do Leo e deixamos o de mil peças lá. Trouxemos o de 250 e, no fim de semana seguinte, o de 500.

Acabei me encontrando nos puzzles. Como se toda aquela fragmentação de que conversei com a Flávia precisasse só ser canalizada para um único lugar, que é o de colocar as coisas em ordem. Óbvio que não percebi isso sozinha. Foi só na outra sessão de análise, quando a Flávia me fez cair na real. O fato é que me debruçar nos puzzles tem ajudado muito a melhorar aquele estresse (diagnosticado por dois médicos) que me acompanha há quase dois anos.  E, ultimamente, tenho mesmo precisado desestressar.

Enfim, qualquer puzzle para adultos é bem vindo. Em especial os de obras de arte, os mais lindos de todos.

250 peças grandes

500 peças médias

1000 peças pequenas



Achei, aqui em casa, um de 2.000 peças, mas ainda não tenho espaço para fazer (pequena reforma tumultuando o ambiente, hehehehe). Mas preciso terminar o dos peixes antes!