sábado, 29 de setembro de 2012

Do amor mais primitivo

Quinta é dia de análise e de revirar os meus baús de memória. O assunto da semana seria minha falta de paciência, atualmente ampla, geral e irrestrita. Acho que perdi a paciência em uma das curvas do caminho. Ando impaciente com a maioria das pessoas, sem saco para conviver, para conversar. Acho que é uma fase, mas mesmo assim, me incomoda bastante.

Aí, falamos de coisas sobre ansiedade, aceleração, medos, tristezas, alegrias e todas aquelas coisas que a análise traz à tona. Mas a mais importante foi o amor.

Tentei lembrar da noção mais primitiva que eu tenho de amor. E, engraçado, achei que seria o vovô, de que sempre me lembro quando o assunto é amor. Mas não foi. Foi Tia Ylza e Tia Leda. As duas irmãs do meu avô que praticamente me adotaram quando foram morar com a gente, um pouquinho antes do meu nascimento.

Mas o mais curioso disso é que poderia, sim, ser o vovô, a vovó, podia ser o Paulo (acho que ainda não escrevi sobre ele, apesar dele ser muito, muito importante pra mim) ou o meu padrinho. Só nunca, jamais, em hipótese alguma, a minha lembrança mais primitiva de amor seria dos caras que juntaram dois cromossos X para que eu me formasse.

Pois é....