quinta-feira, 31 de maio de 2012

Desafio Literário - maio: Ficções

Nem me lembro mais porque escolhi esse livro do Jorge Luis Borges. Dele, só tinha lido o conto A Biblioteca de Babel, que é bastante conhecido, mas não consigo me lembrar quando, nem o motivo. Isso só significa que eu preciso urgentemente dar atenção à minha memória, que está cada dia pior.

Mas o fato é que o livro é uma graça, uma delícia de ler. Na introdução, o autor já avisa que o título é verdadeiro: são apenas contos ficcionais. É que Borges escreve de um jeito tão interessante que faz tudo parecer absurdamente real que, logo no primeiro texto, Tlön, Uqbar, Orbis Tertius,  eu já queria pesquisar referências.

Sem contar que Pierre Menard, Autor do Quixote, é de uma ironia fina maravilhosa, dessas que dá vontade de ler sem parar. Dizem que esse conto é um bom exemplo da literatura de Borges, e se toda a obra dele for assim, vou te contar que, putz, vai ser bom assim lá na pqp (perdão, ando meio palavrenta ultimamente).

O fato é que eu amei e já estou pensando em adquirir outros livros dele. Foi uma das melhores escolhas deste ano.