quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O nome e o endereço

Já perdi a conta das vezes que contei aqui o que acontece quando se tem um nome comum demais. Nem vou linkar porque, né? Eu já ando cansada pra caramba disso.

Mas daí que eu moro numa cidade pequena. E os carteiros, às vezes, confundem os endereços. Recebo algumas coisas aqui em casa que é pra outra rua, mesmo número. A outra casa também recebe algumas coisas que são daqui.

Dia desses, me ligaram de outra rua - não aquela que sempre tem confusão -, mesmo número. A moça me disse que recebeu uma carta pra mim, mas não olhou o destinatário direito e acabou abrindo. Viu o engano e procurou o telefone lá de casa. Perguntou se eu podia passr lá pra buscar a tal carta, eu disse que sim.

Fui lá, pensando que raio de carta seria. Até onde eu me lembrava, já tinha recebido tudo que era importante. Podia ser uma mala direta qualquer, e eu acabaria passando raiva de ir receber, sei lá, propaganda de cortador de grama.

Cheguei lá - era numa loja - e a moça ficou me olhando como se eu fosse um ET. A carta não era, afinal, uma carta. Eram dois livros. Um, aberto, com meu nome impresso no campo do destinatário. O outro, fechado, foi comprado na Estante Virtual e o remetente escreveu a caneta. Em vez de usar o "A" assim, maiúsculo como é mais comum, a pessoa usou um "a" minúsculo maior. Daí, a senhora vendedora da loja praticamente não me entregou o pacote. Ficou com ele não mão, olhou de novo pra mim e me perguntou quem era a "Oline".

Eu mereço, né? Aposto que colei Ploc Monster na cruz!