sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

No final de 2011

2011 começou de uma maneira ao mesmo tempo boa e estranha. Boa porque o reveillon foi com a família do Leo e foi ótimo. Foram dias muito bacanas com pessoas muito especiais. Como sempre, a Lu, o Breno e o Bruno estiveram muito próximos e nós tivemos várias conversar bacanas. O estranho foi o discurso desnecessário, mas deixa pra lá. Acontece quando o desconfiômetro faz falta.

O fato é que parecia ser um ano bom. E foi, em vários aspectos.

Mas teve muita coisa ruim também:
  • Vovó caiu mais uma vez. Não foi nada sério, mas assustou. Na idade dela, qualquer tombinho tira a gente do rumo.
  • Vovó esteve mais frágil o ano todo. Não é fácil perder três irmãos mais novos. Só melhorou agora, depois de novembro, com a troca do antidepressivo.
  • Fiquei sabendo de uma coisa terrível e ridícula
  • Perdi pessoas fundamentais. Tio Antonino, Tio Sebastião, Tia das Dores. Ainda dói.
  • Estresse? É comigo mesmo! 
  • E a moça-que-trabalha-lá-em-casa? Esse foi um ano de mudanças. Primeiro, a que estava lá há anos saiu. Veio uma e estava razoavelmente bem, mas pediu pra sair (um dia eu conto exatamente o que aconteceu. Ainda estou em choque). Fiquei um mês de dona-de-casa e veio a terceira do ano. Durou dois meses e ela nos abandonou. Se fossemos só Leo e eu , eu tiraria de letra. Mas vovó... ela precisa de alguém por perto. 
Teve o que eu também não contei, porque não valia a pena. Teve gente que me fez descrer no futuro da humanidade. Houve momentos em que quis chorar de desespero, especialmente depois da morte da Tia das Dores. Mas tudo voltou a um ponto de equilíbrio razoável.

Eu tive muita esperança, durante o ano inteiro. De que tudo ia dar certo, de que tudo ia melhorar. Comentei aqui que achava esse ano bem parecido com o preparo de um miojo. Apesar de todos os problema, ainda acredito que foi assim. E é por conta disso que eu descobri que, apesar de parecer pessimista, eu sou uma otimista de marca maior.

Ainda bem que 2012 tá logo aqui!