segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Você me lembra...

Que minha memória é péssima, todo mundo sabe. Que eu tenho dificuldade de lembrar de rostos, também. O que nem sempre eu conto é que, para me lembrar do rosto de alguém, eu costumo buscar alguma característica marcante - tipo a cor ou o formato dos olhos, uma pinta, uma cicatriz. Isso é mega #fail. Daí, eu também tento associar um rosto ao outro - Fulano me lembra Beltrano e tal, o que também é terrível e dá margem a vários erros. Um dia eu conto.

O que eu quero falar hoje é sobre coisas/pessoas/músicas que me lembram outras coisas/pessoas/músicas/etc. São coisas completamente sem nexo, claro. Mas fazem sentido dentro da lógica louca que eu mesma criei.

- Talco de bebê Johnson me lembra meu avô. É um cheiro que não existe mais, mas que eu ainda sinto quando entro no quarto dele.
- Lima Duarte (o ator mesmo) também me lembra o vovô. É o mesmo jeito de passar a mão pela careca.
- Lisboa me lembra farofa (não sei o motivo).
- A marca Abercrombie me lembra o Bruno.
- A música Garçom, do Reginaldo Rossi, me lembra o Luk, meu cunhado (longa história).
- Strogonoff me lembra a Margá, minha sogra.
- Biscuit me lembra Tia Vera.
- A música More Than Words me lembra a 8ª série.
- O disco Almanaque, do Chico Buarque, me lembra da Luciana, minha madrinha de crisma.
- O playground do Verona me lembra muita coisa boa.
- Bicicleta me lembra liberdade.
- O Ray Coniff me lembra o cabelo da vovó (ela não gosta disso, heim?)
- Rabanada me lembra que há algo de bom no Natal.
- Chico Buarque me lembra que ainda há vida inteligente na música brasileira.
- Piracanjuba me lembra acolhimento. Deve ser por isso que gosto tanto de lá.
- Zeca Baleiro me lembra São Luis.
- São Luis me lembra que é preciso ver as coisas pelos nossos próprios olhos.
- Holograma me lembra... ah, deixa pra lá. Melhor não comentar.

Tem mais coisas, claro. Vou anotar o que mais vier.