quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Livro: Os Quatro Grandes

Agatha, de novo. É, eu sei que leio ela demais. Fazer o quê, se eu adoro, né? Como aconteceu em A mina de ouro, é um livro que não curti muito. Na verdade, não gosto muito dos contos dela, nem dos livros em que há grandes compirações internacionais, como em Passageiro para Frankfurt.

Em Os Quatro Grandes, Hercule Poirot e seu fiel escudeiro Hastings enfrentam uma série de aventuras e perigos ao buscar neutralizar uma gangue internacional formada pelos quatro grandes. O número 1 é um chinês, o número 2 é um americano, o número 3 é um francês e o número 4 é tão misterioso que nem sua nacionalidade é conhecida.

O contexto é o entreguerras e o clima é de desconfiança, contra tudo e contra todos. Os quatro cérebros malignos passam toda a trama tentando neutralizar Poirot e suas famosas células cinzentas. Há uma série de eventos, com tiros, explosões, perseguições, capturas e reviravoltas. O final de Os Quatro Grandes me decepcionou bem. Parece artifical, não gostei mesmo. 

Não achei que foi um dos livros mais inspirados da Rainha do Crime. Prefiro os clássicos em que há um assassinato e precisamos descobrir os culpados.