terça-feira, 27 de setembro de 2011

X-hamburguer

Neste último sábado fui ao cinema com um garoto fofo que, depois do filme, queria comer um x-hamburguer.

Pára tudo e imagina um garotinho lindo, de cinco anos de idade, olhando pra você com um sorriso lindo no rosto e dizendo x-hamburguer. Em vez de cheeseburguer. Nem valia a pena ensinar o nome certo, de tão gracinha que era ele dizendo x-hamburguer.

Fomos ver Diário de um banana 2 e depois comer x-hamburguer.

O outro garoto, de 10 anos, estava com medo de andar de avião. E fotografava tudo, pra mostrar pros amigos, lá no interior. Nas fotos em que ele aparecia, fazia cara de sério, como se fosse um homenzinho.

Amor eterno por esses garotos fofos.

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Mas antes, houve outros lances.

Sexta foi meu aniversário. Pelo segundo ano, não quis desaparecer do universo. O celular permaneceu desligado (exceção aberta só pra Ju Reis, que eu amo de paixão, e pra Ana Sílvia, que eu também adoro). Consegui responder todo mundo que entrou em contato virtual e nem foi tão traumático conversar com um amigo pelo GTalk enquanto eu tentava resolver todas as bombas que surgiram. E não foram poucas... Exceto por um rápido jantar com os pais do Leo e com a Flavinha, fiquei o dia todo por conta do trabalho. Não foi fácil, mas deu tudo certo.


Tão certo que consegui fazer uma boa aula de direção para habilitados, pela segunda vez com o psicólogo no carro. Fora os momentos de desespero (pegar a BR-040 na volta), acho que me saí bem. Tá chegando a hora de pegar a estrada de verdade. Vai ser em outubro e ainda não sei bem como lidar com isso.

Tão certo que, finalmente, após muito tempo, consegui pedalar um pouco, só 22km, e no asfalto do Alpavillem enquanto meus companheiros de sempre iam pra terra.

Tão certo que, depois de um tempão, rolou até um cinema com dois garotos fofos e, no fim do filme, ainda teve um x-hamburguer.