domingo, 28 de agosto de 2011

Quando a gente não espera nada

Foi um fim de semana despretencioso. Eu sem poder pedalar, por causa da extração dos sisos, estava com preguiça de existir. Tinha uma aula de direção com o psicólogo no carro e mais nenhuma esperança de que acontecesse algo bom.

Daí que começou a aula, fiquei super nervosa, deixei o carro morrer umas 150 vezes, quis morrer de vergonha. O psicólogo conversou comigo, saiu do carro e Geraldo e eu fomos pra mais uma aula. Dois minutos depois, o carro que estava na minha frente atropelou um motoqueiro. Tive uma tremedeira básica. Uma pequena vontade de sair do carro e desistir. Mas me recuperei, continuei e, juntos, Geraldo e eu conseguimos fazer uma bela aula.

Saindo de lá, ainda chateada pela primeira aula e abalada com o acidente à minha frente, fui pro Pátio Savassi, pensando em como estariam Leo, Lauro, Tanner e Jean, que foram pedalar. Primeiro filme que aparecesse eu ia ver, sozinha. Eram só dois, pelo horário: Professora sem classe e Planeta dos Macacos: A origem. Fui ver os macacos, mesmo sem ter visto os filmes originais, as refilmagens, as séries e tudo o mais. No escuro, literalmente. Saí de lá achando que foi bem bacana, até. Não tive vontade de ver os outros, mas curti.

De lá, encontro com os bikers que me abandonaram, almoço, um pouco de trabalho e, despretensiosamente, Leo e Lauro começaram a chamar uma galera muito bacana pra um churrasco. Eu não esperava a presença de ninguém. Ainda mais chamando de última hora. De todos os convidados, só um não apareceu. Acabou sendo uma noite extremamente agradável, com amigos queridos, muita conversa, muita alegria, muitíssimas risadas e a presença vip do Yann, sobrinho fofíssimo que eu adoro.

Toda a expectativa que eu tinha de passar um fim de semana morno e sem graça foi pro espaço. Por isso que eu digo que quem tem amigos, tem tudo. Amo vocês!