quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Livro: Orgulho e Preconceito






Orgulho e Preconceito é o segundo livro de Jane Austen que li. E é o que eu considero o melhor. Nele, a autora exercita bastante a ironia contra os padrões da sociedade da Inglaterra, seja junto aos ricos ou aos remediados. Sua principal crítica é com relação à posição da mulher na sociedade. As heroínas de Jane Austen têm personalidade forte e sempre se casam por amor.

Aqui, temos a família Bennet, formada por um pai irônico e indolente e uma mãe muito inconveniente. Eles têm cinco filhas. As mais velhas, Jane e Elizabeth, são mais sérias e conscientes; Mary evita os contatos sociais e as mais novas, Kitty e Lydia, são motivo de vergonha para as irmãs mais velhas, pois se portam muito mal em sociedade. A família conhece novos amigos: Mr. Bingley, doce e de boa índole, que se apaixona por Jane; e Mr. Darcy, orgulhoso, que gera antipatia por onde passa.

Junte-se a isso a possibilidade da Família Bennet perder a casa onde mora após a morte do pai, um primo oportunista pra lá de chato, a fofoca da cidade onde os Bennets moram, o namoro das meninas, intrigas para terminar esses namoros, um personagem 171, uma lady muito arrogante. A trama toda faz com que os personagens principais consigam mudar seu comportamento sem perder a essência.


Decidi reler o livro depois de rever o filme. Numa ânsia quase maluca de estar perto, de novo, daquele mundo. Enquanto isso, o livro que eu deveria ler (Desafio Literário de julho) continua quietinho. Se algumas pessoas não gostam de Jane Austen por causa da linguagem e acabam abandonando o livro, outras, como eu, amam o universo em que se passam as histórias dela. Os bailes, as cerimônias, a educação, a postura, tudo isso me encanta. Assim como o romantismo, que me faz ficar apaixonada por Mr. Darcy a cada vez que leio o livro ou vejo o filme.