sábado, 16 de abril de 2011

Pequena parte de Puerto Iguazu

Já falei como foram as comprar no free shop na Argentina, em Puerto Iguazu. Eu não tive tempo de pesquisar o que tem na cidade, então acabamos ficando com uma única opção, além do free shop: o cassino. Logo na estrada que liga o aeroporto ao centro de Foz de Iguaçu há um outdoor enorme que diz: "Na Argentina é legal. Pode apostar." O cassino fica no hotel Iguazu Grand, bem pertinho da aduana argentina e tem uma espécie de convênio com o hotel em que ficamos, em Foz. Há uma van que sai do hotel às 22h e que retorna à 1h, com destino ao cassino. De novo, o motorista recolhe as identidades e faz o cadastro nas aduanas brasileira e argentina.


Demos uma passeada breve pelos salões do cassino - a parte dos caça-níqueis é tentadora, com mil luzes coloridas - e fomos direto pro restaurante, para a melhor refeição da viagem. Como tudo está em um hotel, a prioridade são os hóspedes com reserva. Ficamos 20 minutos no lobby esperando vagar uma mesa. E foram os minutos de espera mais recompensadores do dia.


Brinde
Pra começar, o couvert é uma cortesia da casa, incluindo o champagne que, segundo a Fabi, que gosta mas não pode beber, é de ótima qualidade. Eu, como não gosto nem posso beber, só dei uma provadinha de leve e deixei a taça toda.

O restaurante é clássico e lindo

O filé à milanesa do Lauro e da Fabi

O salmão do Tales

Meu penne quatro queijos - é, eu sou mega chata pra comer

O bife de chorizo do Leo
Estava tudo muito bom, o atendimento foi de primeira. E o melhor, preços em pesos! Na divisão das contas, ficou R$ 45,00 por pessoa. Por um jantar que sairia bem mais caro no Brasil. O maitre, Juan Gonzáles (quase chorei de rir com o nome, porque era como meu irmão mais novo chamava meu primeiro namorado), foi muito simpático. Ao nos ver fotografando os pratos, quis saber se tínhamos restaurantes no Brasil. Não, Juan, nós somos é bobos mesmo...

Depois voltamos ao cassino, onde é proibido tirar fotos. Pena, era muito legal lá. Foi divertido quando o Leo gritou "Bingo!" e fez todo mundo olhar pra ele com cara de desconfiado. Dois dos nossos amigos trocaram cinco dólares por fichas e foram apostar nos caça-níqueis, que são viciantes. Em pouco tempo, já tinham perdido tudo, mas ficaram felizes só por terem jogado.

Pra resumir, o melhor foi mesmo o jantar. Dá vontade de voltar e voltar e voltar e voltar...

Na saída, esperando a van do hotel

Único ponto negativo: o motorista da van do hotel foi, na ida e na volta, escutando funk na maior altura e com uma cara de poucos amigos que dava até medo de pedir pra ele, ao menos, diminuir o volume. Fora isso, foi tudo muito legal.