quarta-feira, 13 de abril de 2011

Foz do Iguaçu

Foi tudo de repente. A Fabi recebeu uma promoção da Webjet com voos a R$29,90 de BH a Foz do Iguaçu e fez a proposta. Marcamos a data da viagem há cinco meses. E tudo aconteceu justamente durante o período mais punk do meu trabalho com a engenharia. Foi por isso a correria dos últimos dias, pra que eu conseguisse deixar tudo pronto e poder viajar com calma. Saímos de BH na quinta-feira à noite e voltamos na segunda pela manhã. Ficamos no hotel Rafain Centro, fechamos um pacote muito interessante.

Chegamos quase 22h e fomos logo procurar um bar aberto. Caminhamos pela Rua Marechal Deodoro e encontramos aberto Bier Garten, um restaurante até bonitinho, com um amplo espaço aberto. Já estava quase fechando e nós estávamos com pressa. Acabamos comendo rapidinho pra voltar logo ao hotel.


Os cinco, no Bier Garten
Na sexta-feira fomos para as compras em Ciudad del Este, no Paraguai. Mas vou escrever sobre isso depois. Tem muita coisa bacana pra contar. Na volta, exaustos, depois de um banho e um breve descanso, fomos parar no Armazém Trapiche, também na Rua Marechal Deodoro. Foi o pão de alho mais engraçado que já vi na vida, e estava muito bom.

No Armazém Trapiche
Foz do Iguaçu não é uma cidade com muitas atrações turísticas. Mas tem uma fantástica, que é o Parque Nacional do Iguaçu. Rumamos pra lá no sábado. Dentro do Hotel Rafain tem um ponto da Loumar Turismo, uma agência de receptivo que nos serviu bem em algumas coisas e bem mal em outras. Conversamos com o operador, o Vinícius, que nos ofereceu traslado e passeios pelo parque. Mas resolvemos ir por conta própria. O ônibus municipal passa pela Av. Jorge Schimmelpfeng, na esquina com a Rua Marechal Deodoro, em frente ao McDonalds. A linha passa pelo aeroporto e depois vai ao parque, e custa R$ 2,40. Não esperamos muito e o percurso demorou cerca de meia hora.


Esperando o ônibus

O Parque Nacional do Iguaçu tem uma estrutura muito bacana. É imenso e tem algumas opções de passeio, com trilhas de bicicleta, à pé, em jipe elétrico, de caiaque e de bote. A vontade era fazer o passeio de bote, mas como a Fabi está grávida, achamos melhor não arriscar e fazer só a Trilha das Cataratas, à pé. E foi maravilhoso. O parque cobra valores diferenciados de entrada. Uma coisa legal é que os moradores da região têm um "Passe Comunidade", bem mais barato. Para qualquer portador de identidade brasileira, há um desconto no valor do ingresso, que fica em R$ 22,70. Para quem tem ItaúCard, fica a metade do preço.

O ônibus da linha interna leva os visitantes às atrações. Há quatro paradas: a trilha do Poço Preto, que tem opções de caminhada, trilha de bicicleta e caiaque; o Macuco Safari, que tem caminhada e carro elétrico, e o passeio de bote; a Trilha das Cataratas, caminhada até a Garganta do Diabo; e a última que é no Restaurante Porto Canoas.


No ônibus interno do Parque
 Descemos na terceira parada, a Trilha das Cataratas, e fomos caminhando. O percurso é de 1,2km e é muito agradável. Logo no começo da trilha começam a aparecer os quatis, animais que estão bem à vontade com a presença daquele bando de turistas. Todos são avisados para não alimentar os quatis e nem comer perto deles. Eu não vi, mas um deles roubou o sanduíche de um senhor. Todo o meu grupo viu... essa cegueira me mata!


Um dos muitos quatis que ficam por  ali, bem pertinho

Rapidinho, já aparecem as quedas d'água. E são todas de tirar o fôlego.

Primeiro mirante das Cataratas

Pose de turista
Enquanto caminhamos, uma série de borboletas vêm pra bem pertinho. O Leo fotografou duas, bem de pertinho.



E vamos vendo cada vez mais água caindo. É lindo demais!

Segundo mirante das Cataratas

A primeira vista da Garganta do Diabo

No mirante lá, bem pertinho das águas

A Garganta do Diabo. Água que não acaba mais

Na passarela que te leva pra bem pertinho das águas, tem um ponto de venda de capas de chuva. Foi uma coisa totalmente dispensável pra nós. O spray de água que vem é delicioso, ainda mais por causa do calor que fazia no dia. O ruim é que não deu pra fotografar lá, só tem uma foto, aí em cima, que tiramos meio que escondendo a câmera da água.

Molhados e felizes

O Lauro registrou tudo em vídeo
Lá no alto, na saída do elevador panrorâmico

O passeo termina no Restaurante Porto Canoas, que tem três opções: fast food, café e restaurante self-service. Optamos pelo fast-food. O sanduíche do Leo foi o Jacaré. O meu, um croissant.

A caixa do sanduíche

Foi fantástico. O retorno ao hotel foi com a mesma linha de ônibus, que retorna do Parque, passa pelo aeroporto e para em frente ao McDonalds.

Ainda tem: compras no Paraguai, compras na Argentina, Parque das Aves, cassino na Argentina e todas as complicações que as compras trazem. Vamos por partes.