sábado, 5 de março de 2011

Receita de sábado 2 - parte 2

Junto com o cachorro quente de sábado, fiz também balas de café. A receita é de um livro que não se vê muito por aí, o Fogão de Lenha, da Maria Stella Libânio Christo, que vem a ser a mãe do Frei Beto. O livro tem receitas bem típicas de Minas, vinda de cadernos de receitas de senhoras de várias cidades do Estado.



É a segunda vez que faço essa receita. A primeira foi há N anos. Laura e eu decidimos fazer em uma tarde, quando minha mãe estava trabalhando. Erramos ao tirar o ponto e a bala, que colocamos num tabuleiro para enrolar depois de esfriar, ficou tão dura como uma bala soft, aquelas que quase mataram meio mundo engasgados na década de 80. Nós capotamos de rir tentando ao menos cortar a bala, com o auxílio do martelo de bater carne. Foi um desastre. Depois que minhã mãe chegou, colocou aquilo tudo de volta na panela com sei lá o quê e tirou o ponto certo da bala.





Ingredientes

Todos os ingredientes na panela, ao fogo

Juro, fiquei mais de uma hora com isso no fogo. Minha paciência foi diminuindo a ponto de quase acabar. Só que me fez terminar foi o cheiro do café. Eu não gosto do café, só do cheiro e de coisas de café. Só isso me deu forças pra continuar!

No final, na hora de tirar o ponto

Diz o livro que o ponto de bala é tirado colocando-se um pouco do "produto" em um copo com água e verificando-se a consistência. Tudo é muito impreciso em termos de cozinha... Dessa vez, peguei o ponto certo.


Tudo pronto

Mas a preguiça me impediu de enrolar. Resolvi deixar assim mesmo e comer de colher. E ficou ótimo, tá?