domingo, 13 de março de 2011

A casa muito engraçada

Eu não sabia que uma casa tão grande pode, de repente, ficar tão pequena.

Lembro da casa sempre cheia de gente, e de todo mundo dormindo por aqui. Tinha espaço pra caramba. Todo mundo vinha pra cá. Primos, tios, amigos. De todo mundo. Ao mesmo tempo. E, de uma hora para outra, ficou tudo pequeno. Alguns quartos mudaram. O meu, por exemplo, deixou de ser aquele que eu usava quando pequena e passou a ser a Enfermaria. Esse quarto era chamado assim porque tinha cinco camas e espaço pra mais cinco colchões no chão. Era onde meus amigos ficavam quando vinham pra cá. Tinha também o salão e o quarto lá de baixo, que hoje vivaram a casa do meu tio.

Sendo assim, precisamos ter outra soluções. A principal é receber menos gente. O que é bom, porque aproxima, mas é ruim porque exclui muita gente bacana.

A casa, que era grande, ficou pequena. Mas não deixou de ser engraçada. Neste final de semana vieram as três pessoas que têm estado mais presentes na minha vida atualmente. A Fabi, o Tales e o Lauro. Foram dois bares, um restaurante, várias rodadas de Perfil e risadas infinitas. Que poderiam ser mais frequentes se a casa continuasse sendo grande como antes.

Com Leo e Fabi
Tela de Milton Passos no Bené da Flauta

O céu e Fabi, na janela do Bené da Flauta

Meu prato: folhado de frango com gorgozola e shitaki

O carbonara da Fabi

Escolha do Leo, do Tales e do Lauro: filé ao molho madeira com batata ao murro

Sobremesa: folhado de maçã. Fantástico.



No mirante da Ufop
Eu estava mesmo com saudades de turistar em Ouro Preto com amigos.