terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Réveillon

Não vejo muita graça em réveillon. Inicialmente, pelo menos motivo do Natal. Também porque tenho preguiça de algumas convenções sociais, tipo comemorar porque demos mais uma volta ao redor do sol. Acho engraçado que as pessoas em geral se sintam renovadas só porque o ano terminou e outro vai começar. Enfim...

Depois que o vovô morreu, o único réveillon que eu gostei foi o que passei com a família do Leo em Jataí, Goiás, a virada pra 2010. Adoro a família dele e aquela viagem foi perfeita. E lá mesmo ficou marcada a nova festa, dessa vez em BH. E foi ótimo. O segundo réveillon legal que passei.

A decoração, feita em conjunto
O que teve lá:
- uma família linda reunida. Com algumas faltas especiais...;
- muita comida boa durante todos os dias de festa;
- os tradicionais doces da D. Lídia;
- muito balão prateado;
- polichinelo, em homenagem ao Turene;
- criação, desenvolvimento, dissolução e retorno de uma dupla sertaneja de sucesso.

E teve quem:
- chegou mais cedo;
- ficou preso no aeroporto;
- chegou com um dia de atraso;
- largou a festa no meio para ir a um casamento;
- queria ensinar pra galera um jeito novo de chupar uva;
- estourou uma garrafa de champanhe antes da hora;
- pôs a culpa na Dilma;
- usou um colar estranho e ganhou um poder especial;
- abriu o presente alheio;
- levou pro quarto uma garrafa de uísque especial, quase no finzinho;
- fez uma aposta absurda comigo, perdeu e vai ter de mudar de nome.

Também teve o reencontro de gente que se gosta. E, finalmente, uma foto dos cinco mosqueteiros reunidos. Pena que dois deles tenham um enorme mau gosto em termos de futebol.

Leo, Lu, Breno, Bruno e eu.