domingo, 17 de outubro de 2010

Apelidos

Nunca gostei do meu nome. Quando pequena, achava esquisito. Hoje, acho comum demais (vide as muitas confusões que chegam até mim, por conta dele). Sempre quis ter um apelido que fosse o mesmo em todos os lugares. É que tenho tantos...

A Wal me chama de A, simplesmente A, ou Áli, quanto tá inspirada. A Ju Machado e a Stella me chamam de Nine, (adoro! é dos favoritos), que é como também me chamam alguns colegas de faculdade. O mais comum é Line, como sou chamada pelo Leo, pela Ju Reis, pela Vanessa, pelas Pats. Minha sogra e um dos primos do Leo me chamam de Lili. No caso da sogra, só é complicado quando estamos reunidas ela, a Eliana, a D. Lídia e eu, porque a Margá chama a nós três de Lili. No último reveillon foi engraçadíssima essa confusão. Sem contar os apelidos da escola. O mais bonitinho era Branca de Neve, na oitava série, por causa de um arco que eu usava na época.

Isso tudo pra contar que, numa conversa pelo MSN, a Margá trocou as letras e me chamou de Liki. E gostou. Já faz duas semanas que isso aconteceu, e de lá pra cá eu sou Liki.

Esse novo nome me faz lembrar da Nininha, que foi babá do Daniel e que fazia a festa com a gente, quando éramos pequenos. Ela tinha uma sobrinha que não sabia falar liquidificador. É aí que mora o problema. Ela dizia "likililcagô". Que medo!