terça-feira, 11 de maio de 2010

De volta à Ilha do Amor - primeiras imagens

Voltar a São Luis foi muito bom. Rever a ilha, muito mais desenvolvida do que há 21 anos, com mais acesso às praias e uma estrutura muito bacana na avenida Litorânea foi ótimo.



A viagem foi bem rápida e, por isso, mais gastronômica, com destaque pro caranguejo. Leo acabou não provando o cuxá ou o arroz de cuxá locais (a vinagreira nada mais é que o nosso ora-pro-nobis).



Patinha de caranguejo à milanesa, todos os dias. Essa é da Barraca do Henrique


Começamos pelos bares da Avenida Litorânea. A prefeitura, ao abrir a avenida, construiu as estruturas para uma série de barracas ao longo da orla. A Litorânea vai da praia de São Marcos até a praia do Caolho. Cada bar tem uma área interna, uma externa, ao longo do calçadão, e uma na areia da praia. O cardápio é variado, com destaque para os frutos do mar e os pratos típicos locais.

Nossa primeira parada foi na Barraca do Henrique, mas ela estava fechada. Depois soubemos que ela funciona das 9h às 18h. Duas barracas ao lado, estava o bar Antena Hummm, onde ficamos. O clima praiano, a brisa, o barulho das ondas... tudo perfeito. O atendimento foi muito bom e a patinha de caranguejo estava ótima, assim como o camarão ao alho e óleo. Como tinha chovido, o bar estava bem vazio. Funciona das 8h às 23h.

Depois da chuva, mas com um ótimo clima de praia, o bar Antena Hummm


No dia seguinte, fomos finalmente à Barraca do Henrique. Ela é bem famosinha, a que tem a melhor estrutura da orla e muito bem frequentada. Na internet (não me lembro exatamente onde), achei uma crítica que dizia que os garçons eram lentos, mas o bar muito bom. E foi exatamente isso. A garçonete que nos atendeu, a Josélia, foi muito atenciosa. Mas volta e meia nós víamos os garçons sentados, quietinhos, ou batendo papo. O Leo gostou especialmente da patinha de caranguejo (sempre ela) e também da casquinha. Acabamos voltando lá no dia seguinte, para mais uma rodada de caranguejo.

Barraca do Henrique, boa pedida na Litorânea

Os restaurantes que fomos foram o Cheiro Verde e o Feijão de Corda. Eu já conhecia o Cheiro Verde de quando morei lá. Era um dos lugares que mais íamos aos domingos. Lá o cardápio era o mesmo, bem cheio de frutos do mar. E teve, claro, a patinha de caranguejo. O melho foi diferente, molho tártaro. Nos outros lugares foi só molho rosé, que eu não gosto muito. O tártato do Cheiro Verde fez uma grande diferença no prato. Também comemos camarões. Uma vantagem do Cheiro Verde é que o cardápio está na internet, então é possível ter uma boa noção do que pedir e de quanto gastar.

Já o Feijão de Corda não tem um site muito bacana. Ele é novo, só existe há quatro anos. O site não dá uma dimensão do que é o restaurante e o cardápio é bem mais amplo do que o apresentado virtualmente. O mais bacana da casa é a produção própria de pimenta e de geléia de pimenta. A geléia é uma delícia. Trouxemos pra dar de presente e pra nós também.

Pra finalizar com mais comida, experimentamos os sucos naturais de acerola (tá, nem é mais tão exótico assim), de cajá (não é o cajá-manga, é outra fruta) e de cupuaçu. Todos no café da manhã do hotel, que ainda tinha os pães bem típicos Massa Grossa, que parece um pão francês, e o Massa Fina, que lembra o pão de cachorro-quente. Também tinha uma série de comidinhas feitas de macaxeira e tapioca, a cara do Nordeste.